segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Um Pouco de Cinema Paradiso

Nesta trama pungente e singela, o italiano Giuseppe Tornatore realiza uma das mais belas declarações de amor ao cinema. O protagonista desta história, já imortalizada na história deste gênero artístico-cultural, é de certa forma um alterego do cineasta, que se identifica profundamente com seu personagem Salvatore di Vita, renomado diretor de cinema que reside em Roma, quando é então surpreendido com a notícia da morte de Alfredo.

Imediatamente o artista se recorda de seu amigo, responsável pelo Cinema Paradiso, refúgio do garoto então conhecido como Totó. Para lá ele escapava sempre que era possível, e neste templo da criação ele foi iniciado pelo projecionista Alfredo, em meados da década de 40, na paixão e nas técnicas da arte cinematográfica.

Mas não é apenas Totó que é introduzido neste universo fascinante. É fácil para qualquer amante do cinema se identificar com as cenas que Tornatore seleciona em seu filme, tesouros que povoam as telas do Cinema Paradiso e encantam, seduzem, embriagam não só o menino fascinado com as imagens que se sucedem, mas também o público, que também tem ou está formando sua própria memória cinematográfica.

É com extrema habilidade e apurada emotividade que o diretor retrata a passagem do menino da infância triste, povoada pela morte do pai na guerra, para o universo adulto, através do cinema. É de forma poética que ocorre este amadurecimento do protagonista, que tem sua sensibilidade e seu olhar educados pelas imagens.

Depois que o jovem sofre uma profunda desilusão amorosa em seu relacionamento com Elena, filha do banqueiro de sua cidade, Salvatore se muda para Roma. Somente após a morte de Alfredo, trinta anos depois, ele retorna para sua inesquecível terra natal, Giancaldo.

Antes de voltar para sua cidadezinha, o cineasta relembra sua infância, quando ainda era o coroinha da igreja do Padre Adelfio e visitava secretamente o Cinema Paradiso. Seu aprendizado é tão eficaz que ele chega a elaborar suas próprias cenas com uma filmadora rudimentar, antes que o cinema seja incendiado e reerguido por um dos habitantes da cidade, recém-enriquecido; Salvatore se torna então o mais novo projecionista de seu recanto.

O tom melancólico desta produção é acentuado pela escolha de Ennio Morricone para compor a trilha sonora do filme, lançado em 1988. Além do mais, a preciosa cenografia e a sublime direção de arte conferem a esta obra, concebida e dirigida por Tornatore, uma aura inesquecível.

Tornatore capricha também no elenco. Ninguém nunca esquecerá esta dupla, o carismático Philippe Noiret como o mestre Alfredo, ao lado de seu aprendiz, o pequeno Totó, que conquista seu irresistível magnetismo da interpretação atraente de Salvatore Cascio, entre outros intérpretes encantadores que povoam esta poesia imagética.

domingo, 26 de agosto de 2012

Alfred Hitchcock, o mestre do suspense

Com um legado de mais de 60 filmes, o diretor marcou a história do cinema; Psicose, Os Pássaros e Janela Indiscreta estão entre seus maiores clássicos

Exatamente no dia 29 de abril de 1980 morria o pai do suspense. Durante seus 81 anos de vida, Alfred Hitchcock dirigiu filmes e criou características que marcariam para sempre a história do cinema e, principalmente, do gênero de suspense. Basta lembrar de algumas das cenas clássicas de seus filmes: o assassinato no chuveiro, em Psicose, o ataque dos pássaros na festa de criança, em Os Pássaros, ou o momento em que Dina Day toca "Que Será Será" no piano, em O Homem que Sabia Demais.

Em seus filmes não é possível ver vampiros, fantasmas ou monstros com poderes. Na verdade, suas obras concentram o suspense no clima de tensão, na música com batidas fortes, no olhar dos protagonistas ou simplesmente nas características psicológicas dos personagens. A ansiedade do espectador aumenta aos poucos, na medida em que o ator se aproxima do perigo. Outra característica comum em suas tramas é quando são apresentadas informações ao telespectador que o personagem do filme não sabe, criando uma tensão ainda maior - como quando é possível ver a porta se abrir ou a sombra do assassino na cortina do banheiro, no caso de Psicose.

Alfred Hitchcock viveu dividido entre dois países. Nasceu em Londres, no dia 13 de agosto de 1899, onde deu seus primeiros passos no cinema, mas foi nos Estados Unidos que criou seus maiores clássicos. Uma das maiores marcas de Hitchcok eram suas aparições nos filmes. No entanto, é difícil identificar o diretor à primeira vista, até porque, muitas vezes ele aparece de costas, de longe ou passando rápido pela câmera. Veja abaixo um vídeo com a compilação de vários momentos em que isso acontece:

Foi em 1920, na Inglaterra, que Hitchcock se interessou pela indústria cinematográfica. Começou fazendo filmes mudos para a Paramount Pictures e logo estava desenhando sets e criando o design de títulos para alguns filmes. Sua primeira criação foi Number 13, em 1922, mas o projeto foi abandonado antes mesmo de ser finalizado, já que o estúdio fechou as portas. Depois, passou a ser assistente de direção e a atuar como roteirista e diretor de arte.

Finalmente, em 1925, Hitchcock iniciava a carreira de diretor, com a produção de The Pleasure Garden. Influenciado pelos assassinatos do personagem Jack, o Estripador, sua estreia no gênero de suspense se deu com o filme O Inquilino (1927). Nesta época, o diretor casou com Alma Reville e teve a única filha, Patricia, que chegou a atuar em alguns de seus filmes.

Filmes
O Homem que Sabia Demais (1934), um sucesso comercial e de crítica, estabeleceu um dos padrões preferidos de Hitchcock: a investigação da relação familiar dentro de uma história de suspense. Mas Os 39 degraus (1935) foi o filme que mais se destacou no período em que o cineasta morou na Inglaterra. Isto porque, ele usou pela primeira vez a técnica MacGuffin, criada por ele mesmo para nomear o momento em que inseria um objeto como pretexo para desenrolar a trama, mas que, na verdade, não tinha imporância no conteúdo.

Todas as contribuições de Hitchcock ao cinema chamaram a atenção, claro, da indústria de Hollywood. Em 1939, o cineasta mudou-se para os Estados Unidos, tornando-se cidadão norte-americano em 1955. Seu primeiro filme na terra do Tio Sam foi Rebecca (1940), que rendeu sua primeira indicação ao Oscar como diretor (Hitchcock nunca ganhou o prêmio de melhor diretor).

Festim Diabólico (1948), primeiro filme colorido do cineasta, foi outro marco em sua carreira. O longa foi feito no chamado plano-sequência (sem cortes). Além disso, a trama fazia referências a Nietzsche e ao homossexualismo - algo fora do comum para a época. Já a primeira cena do filme mostra os protagonistas escondendo um amigo dentro de um baú, dando a entender que tinham acabado de matá-lo. Durante 80 minutos, o filme mostra uma festa realizada na sala onde está o "caixão" fatídico, causando a grande tensão da trama. Assista abaixo esta cena:

Mas foi nas décadas de 50 e 60 que Hitchcock consagrou-se como o grande nome do cinema de suspense. Em 1954, saia do forno Disque M Para Matar, que contou pela primeira vez com Grace Kelly no papel principal, se tornando a atriz favorita do diretor. No mesmo ano, Hitchcock lançou Janela Indiscreta, com James Stewart e Kelly. O filme, um dos mais conhecidos, acontece o tempo todo nos arredores da janela do protagonista, que, por quebrar a perna, passa a observar a vizinhança com um binículo, descobrindo uma possível tentativa de assassinato. Assista abaixo à uma das cenas mais tensas do filme e, logo em seguida, ao momento clássico do beijo entre os protagonistas:

O sucesso do cineasta aumentava ainda mais em 1955, quando ganhou um programa de televisão apresentado por ele, chamado Alfred Hitchcock Presents..., que, a cada episódio, trazia uma nova história de suspense. O programa semanal foi ao ar até 1961, nos EUA.

Em 1956, Hitchcock refilmou O Homem que Sabia Demais, desta vez com James Stewart e Doris Day nos papéis principais. No filme, Doris aparece cantando a música "Que Será, Será" ("Whatever Will Be, Will Be"), para abafar o barulho que seu filho faz enquanto está trancado no quarto:

No entanto, os filmes mais populares do cineasta apareceriam mais tarde: Psicose (1960) e Os Pássaros (1963). O primeiro mostra uma das cenas mais famosas da história do suspense, em que a personagem de Janet Leigh é assassinada a facadas enquanto está tomando banho. A cena, que tem duração de cerca de 2 minutos, mostra, pela primeira vez, um olho aberto para indicar que a pessoa está morta. Assista abaixo:

Baseado em um conto de mesmo nome, da escritora britânica Daphne Du Maurier, Os Pássaros inovou na trilha sonora e em efeitos especiais. O filme trazia a história de uma cidade sitiada por pássaros que começam a atacar a popução. A protagonista Tippi Hedren, mãe da atriz Melanie Griffith, foi descoberta por Hitchcock nesta época. Assista abaixo à uma das cenas mais famosas, quando a multidão de pássaros ataca as crianças que estão em uma festa:

Intriga Familiar (1976) encerrava a colaboração do cineasta para o universo do cinema, já que, quatro anos depois, Hitchcock morreria de insuficiência renal. Mesmo assim, sua popularidade, influência e legado de mais de 60 filmes permanecem até hoje.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Dicas de Lançamentos - FOX: Vem coisa legal por aí

A Fox já está preparando seus lançamentos para 2012 e 2013. O estúdio acabou de liberar um cronograma com os filmes que vão chegar aos cinemas nos próximos dois anos. Entre as novidades, estão as sequências de Busca Implacável, Duro de Matar  e Percy Jackson.


Busca Implacável 2, 05 de Outubro, 2012.

Liam Neeson retorna ao papel de Bryan Mills,o agente aposentado da CIA, que salvou sua filha de traficantes de mulheres no primeiro filme. Na sequência, Mills enfrenta os pais de um dos sequestradores que ele deteve anteriormente, que juram vingança, e sequestram a ele a sua mulher numa viagem de família


Of Men and Mavericks,26 de outubro, 2012.

Baseado numa história real, OF MEN AND MAVERICKS segue a jornada de um jovem que sonha em surfar nas ondas mais perigosas da Califórina, além de mostrar sua relação com uma lenda do surf que vira seu mentor.


Parental Guindance, 21 de Novembro, 2012.

As lendas da comédia Billy Crystal e Bette Midler serão os pais de Marisa Tomei no que promete ser o grande sucesso do final de ano de 2012. Recrutados pela filha para tomarem conta dos netos, Artie e Diane enfrentam dificuldades para adaptar seus métodos de educação antiquados com os novos hábitos das crianças.


A Good Way To Die Hard, 14 de Fevereiro, 2013.

Mais uma continuação de Duro de Matar, A Good Way To Die Hard vai apresentar o filho de John McClane, Jack, que vai parar no meio de uma rebelião orquestrada por um chefão do crime russo. Jonh e Jack vão ter que trabalhar juntos para impeder que os planos do vilão se concretizem.


Percy Jackson: Mar de Monstros, 27 de Março, 2013.

Percy Jackson, filho de  Poseidon, continua sua jornada épica. Na nova aventura, ele se junta a seus amigos numa tentatviva desesperada de salvar o Acampamento Meio-Sangue.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Vale a pena ver de novo

Hoje em vez de lançamentos lhes venho aqui um pouco saudosista e trago a dica de um filme de 1994 (é tetra!!!),  "Um Sonho de Liberdade", um filme muito gostoso de assistir, sabe aqueles filmes bons que passavam de madrugada no tempo que as emissoras se preocupavam com quem ficava acordado pra lhes dar audência???, pois é, esses é um desses filmes, pra quem nunca viu vai gostar da boa história do filme junto a ótimas atuações de Tim Robbins e Morgan Freeman.

Basicamente a história se passa em 1946 quando Andy Dufresne (Tim Robbins), um jovem e bem sucedido banqueiro, tem a sua vida radicalmente modificada ao ser condenado por um crime que nunca cometeu, o homicídio de sua esposa e do amante dela. Ele é mandado para uma prisão que é o pesadelo de qualquer detento, a Penitenciária Estadual de Shawshank, no Maine. Lá ele irá cumprir a pena perpétua. Andy logo será apresentado a Warden Norton (Bob Gunton), o corrupto e cruel agente penitenciário, que usa a Bíblia como arma de controle e ao Capitão Byron Hadley (Clancy Brown) que trata os internos como animais. Andy faz amizade com Ellis Boyd Redding (Morgan Freeman), um prisioneiro que cumpre pena há 20 anos e controla o mercado negro da instituição.

O desenrolar do filme é bom e não cansamos em frente a TV, sem contar aquele belo final legal que a gente sempre quer ver, recomendo muito pra quem nunca viu e pra quem já viu e tá sem ideia de filme vale rever.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Almodóvar...Ele continua surpreendendo

Bom, quem não conhece (eu aconselho a conhecer) o grande diretor espanhol Pedro Almodóvar Caballero, me desculpe, mas está perdendo muito em termo de entreterimento inteligente e uma proposta genial no jeito de fazer cinema.

Desde seu último longa, "Abraços Desfeitos" de 2009, estava eu pensando o que faria Almodóvar e esperando para ser surpreendido como semrpe sou com seus filmes... E não me decepcionei...


O mais recente trabalho de Almodóvar faz jus a sua fama de grande diretor, em "A Pele que Habito" até o Antônio Banderas se destaca nas mãos de Almodóvar, e olha que pra tirar um tipo diferente do Antônio Banderas de "Zorro de meia tijela", é difícil, mas Almodóvar conseguiu, junto com a ótima atuação de Elena Anaya  o filme é muito bom de se ver, confesso que tem um início meio slow, mas quando tudo muda e nos damos conta da verdade dos fatos o filme fica interessante e bom de assistir.


O longa é realmente "longo", mas as 1 hora e 51 minutos na frente da tela não são jogadas fora, vale a pena ver e duvido que ao final você não saia do cinema pensando no desenrolar do filme, para os que não conhecem o trabalho desse ótimo diretor espanhol, "A Pele que Habito" é uma ótima oportunidade de conhecer, tenho certeza que vai lhe despertar o interesse em conhecer outros trabalhos desse diretor.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Regravações...faça a comparação...

O cinema é cheio de novidades, coisas absurdamente suspreendentes, grandes mentes sempre criando...
Mas nem tanto, se pararmos um pouco para observar com olhos no passado, veremos que grande parte do que se "cria".. hoje não passa de adaptações de obras a muito já surradas.

Nem falo dos famosos Remakes, que na minha opinição são bem feitos (quer dizer..refeitos), antes era nencessário muita imaginação e criação, não se dispunha dos efeitos especiais que temos hoje, então era necessário ser de verdade, ser diretor de verdade, escritor de verdade, produtor de verdade..

Não sou saudosista, muito longe disso, mas gosto de ver as obras no original, só aí pode-se julgar a obra em sua plenitude, fazer comparações com os filmes no original é inevitável, mas as vezes injusta, pois devemos também conhecer quem está adptando a obra e qual sua verdadeira propostas e qual o objetivo quer alcançar.

Gosto de pesquisar sobre isso e hoje vejo com felicidade que metade do que é refeito no cinema é muito bom e metade tem que dar o crédito dos responsáveis pelos efeitos especiais, são grandes profissionais e tembém merecem nosso crédito.

Minha conclusão: Cinema, no passado ou no presente..é tudo de bom.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Mitologia como você sempre sonhou

Eu particularmente adoro Mitologia Egípcia, Nórdica e Grega, e fico fascinado pelos filmes dessse gênero, assisti boas produções antigas e novas e poderia até recomendar algumas, e produções como "Fúria de Titans" e outros com temas Mitológicos, alguns até coseguiram arrancar algum espanto e espectativa de mim que sou admirador e um pouco estudioso do tema, mas com o lançamento de  "IMMORTALS" eu tremi.
O filme, pra quem não tem conhecimeto e não tá nem aí pra Mitologia já espanta...imagine pra quem gosta do tema, é grandioso, é épico de verdade, é a história de Teseu contada com tudo que o cinema moderno tem direito.
Dos mesmos produtores de "300" Immortals do diretor Tarsem Singh, vem sem dúvida para deixar tudo que foi feito sobre mitologia no chinelo, produção Gigantesca, boa direção e produção impecável, vale cada um dos R$ 15,00 investidos no ingresso, não sou da turma dos que criticam os filmes baixados pela net, até porque acho que informação e diverssão tem que ser barato e acessível a todos e não vou julgar niguém aqui (e nem fazer alusão), mas galera...pelo amor de Deus pega essa grana que tu vai encher a cara de cerveja, bebe um pouco menos,  e vai assistir um filme de verdade no cinema pô, é diversão garantida, e só aproveitada na imersão que  uma sala de cinema oferece.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O Cinema Nacional já não é mais o mesmo...Ainda bem

Retirada do site http://dicasderoteiro.com
Olha eu confesso que sempre fui da turma hollywoodiana, nunca fui muito fâ do cinema nacional, acho que tem coisas que uns fazem bem e outros não...aí vem um e outro e vão dizer..."...a mais tu é precoinceituoso...tem que valorizar o cinema nacional...aqui também tem bons filmes...bla bla bla. bla,...".tá certo já sei disso tudo e aceito, pois realmente já vi filmes brasileiros bons de verdade...mas vamos ser sinceros...eu conto em uma mão, isso mesmo vamos deixar de hipocrisia de ficar querendo comparar nosso cinema com o cinema americano, pra chegar lá meu caro, vamos ter que comer muito rolo de filme...
Até admito ter bons filmes, mas daí dizer que se fazem produções aqui a altura do cinema americano é brincadeira viu.
Vou um pouco mais longe sem riso de me perder...quando a gente estiver fazendo filmes pelo menos da categoria de...vamos ver..."Alien (toda a franquia)...os americanos vão estar fazendo filmes de ficção sobre Marte..lá no planeta Marte mesmo.
Eu sei. também vão dizer que Hollywood tem muita grana e tal e tal..eu sei...justifica, mas não explica, porque aqui as vezes tem um bom orçamento e só se faz filme fraco, com poucas exceções.
E vou logo carlar a boca de geste besta e hipócrita..."Cadê o Oscar?"...isso mesmo aquela estatuetazinha tão desejada, que até o Cinema Indiano já ganhou?...heim?..hááááá. tá.
E olhe que hoje tem melhorado muito, porque antigamente era totalmente amador, faltava talento, mas palavrão...esse tinha de sobra.
Me perdoem os amantes do cinema nacional, nós batemos um bolão...mas no cinema não.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O "Titan" do Cinema Mundial

Cineasta Steven Spilberg
Olha, podem falar o que falar, ou mesmo dizer que é clichê...mas nenhum homem marcou e continua marcando tanto a história do cinema no mundo como o gênio Spielberg. Digo sem pestanejar nem gaguejar que o cinema se divide antes e depois do Spielberg (olha eu usando clichê de novo), o cara é sensacional, fora do comum, desde o seu primeiro Filme em 1964 - Firelight, passando por todos os grandes sucessos de público e classicos do cinema, até os dias de hoje com Transformers: O Lado Oculto da Lua, As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne, Super 8, War Horse, o cara consegue realmente criar o novo, aliás acho que o Spilberg é um dos pouquíssimos cineastas que consegue realmente "criar", pois a grande maioria é CTRL + C - CTRL + V.

Ninguém faz nada novo, é sempre a mesmice de sempre, é odioso começar a assistir um filme e já saber o que vai acontecer no início, no meio e no fim do filme, é tedioso ver sempre os mesmos "mocinhos" chorando feito mulherzinhas atrás da mesmas "mocinhas", haja peciência, haja pipoca murcha e coca-cola sem gás, eu quero é assistir coisas novas, criativas, ser surpreendido, ninguém mais faz isso...opah....esqueci...faz sim, o Steven Spielberg faz.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Cinema na Madrugada

Imagem: Hans Donner e Equipe, Rede Globo de Televisão
Estava eu aqui pensando que já faz tempo que não passo uma madrugada ligado a noite toda na TV.
Não sei se o fato de estar ligado 24 horas por dias na internet me afastou da TV, mas acredito que me influencia muito. Me pego as vezes assistindo TV e pensando em algo que tenho que fazer no computador, acho que a TV perdeu muito com a Internet, mas vamos raciocinar...Se perdeu é porque a maior parte da programação aberta é um averdadeira porcaria, não vou citar aqui os programas na TV que odeio porque a Google poderia cancelar meu Blog por excesso de postagem...rsrsrsr.
Mas de uma coisa eu sinto falta, muitas vezes que estava sem sono e entrava a madrugada adentro assistindo TV naquela espectativa constante de flagrar entre um filme e outro "...uma bela forma feminina..." me deparava com filmes maravilhosos...filmes que marcaram mesmo e que em muito contribuíram para o meu apego pelo cinema.
Pena que hoje os "Corujões" já não sejam mais os mesmos e nem vale a pena largar meu precioso Laptop para ficar horas esperando um filme de qualidade na TV, pois sei que será uma perdida noite que eu dedicaria a um bom sono dos justos ou mesmo a horas bem proveitosas na Imensurável internet.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O primeiro Episódio.

Fonte da Imagen: Wikipedia
Resolvi depois de um tempo querendo muito fazer isso, criar um blog para falar um pouco sobre  cinema.
Não que eu seja um expert ou coisa do gênereo, mas justamente a intenção do Blog é discutir sobre tudo que envolve a sérima arte, críticas (amadoras é claro), lançamentos, atores, diretores, produtores e tudo que se relacione ao tão amado trabalho idealizado e iniciado pelos Irmãos Lumière.
Mas é claro que toda questão por mais lúcida e explícita que seja gera controvérsias e alguns vão apontar outras fontes, mas cito pessoalmente aqui a mais fiável e aceita.
Então está claro como a água, usarei desse espaço para inserir tudo que de algum modo lembre o mundo do cinema, sobre minha ótica é claro, mas sempre aceitando o "pitaco" de todos...
Até mais...quer dizer...até a próxima secão.